Não sei se faz sentido amar ou sofrer por amor, talvez nunca tenha amado alguém na vida, talvez eu nunca vá amar, pois não tem um sintoma claro para esse sentimento talvez o mais importante e com certeza o mais perigoso todos!
[...]-O que você sabe sobre o amor?
-Sei que amo você - falei. Agora sou capaz de ruborizar quando penso nos gestos desesperados de um garoto pelo afeto de uma mulher. Tinha sido necessária toda a coragem do meu corpo para fazer aquela declaração, cada grama de coragem que eu possuía, e depois de ter dito as palavras ruborizei à luz varrida pela chuva, e desejei ter ficado quieto. [...]
(Cornwell, Bernard: Cronicas De Artur; O Rei Do Inverno, Página 74)
(Cornwell, Bernard: Cronicas De Artur; O Rei Do Inverno, Página 74)
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